Cobrar o convidado extra no evento
O buffet configurava o valor do convidado adicional, a tela mostrava a conta, o contrato levava o número ao cliente — e nada disso virava dinheiro. Agora, quando o evento passa do limite, o indicador tem o botão "Cobrar no evento": você confere quantos são e quanto dá, confirma, e o valor entra como item adicional.
Nunca é automático — quem serviu a festa é quem sabe se aquelas pessoas foram combinadas, bonificadas ou realmente cobráveis. Convidados marcados como cortesia continuam fora da conta.
Representante legal no cadastro do cliente pessoa jurídica
Campo novo, com nome e CPF, e é esse nome que vai para a assinatura do contrato.
Vincular a uma conta o recebimento que entrou sem conta.
Ele aparece marcado como "Sem conta" na lista, com um botão para dizer a que conta pertence. Vincular não movimenta dinheiro.
Evento de locação com gestão de acervo e cláusula de reposição no contrato. Mudar o tipo do evento para "Locação" passou a valer de verdade.
Histórico de mudança de valor do evento. Toda alteração deixa rastro: quem alterou, de quanto para quanto e por qual caminho.
Aviso de colaborador escalado em dois eventos na mesma data.
Aviso de nova solicitação da vitrine por WhatsApp, além do aviso dentro do sistema.
A aba Financeiro do evento mostra quanto o cliente ainda deve, logo abaixo de "Recebido". Antes era preciso fazer a conta de cabeça.
Mexer na equipe atualiza o financeiro na hora, sem precisar recarregar a página.
O CNPJ ou CPF no PDF do orçamento sai identificado e com máscara, em vez de uma sequência crua de números.
O erro de nome recusado pelo ClickSign passou a dizer onde arrumar. A mensagem apontava o problema mas não dizia que o nome vem do cadastro do cliente. Em uma semana, um operador tentou 108 vezes reenviar o mesmo contrato.
Importar uma lista de convidados não dispara mais e-mail e WhatsApp para todos por padrão.
O cadastro enviado pelo portal passou a validar CPF/CNPJ, e-mail e endereço.
O link do portal do cliente deixou de ser indexável por buscador.
Dinheiro e cobrança
A cobrança automática parou de pedir valor errado. Quando o cliente adiantava parte de uma parcela, a régua continuava pedindo o valor cheio — um valor que o próprio sistema recusaria receber de volta. Agora ela cobra o saldo. E parcela com saldo zerado deixou de gerar cobrança de R$ 0,00: além de constranger, esse envio queimava aquele passo da régua para sempre, mesmo depois de a conta ser corrigida.
As mensagens de cobrança voltaram a fazer sentido. Diziam "vence em N dias" para parcela já vencida e "vencido há 0 dias" no primeiro dia de atraso. A acentuação do texto que vai ao cliente também foi corrigida.
"Reenviar" não desliga mais a cobrança em silêncio. O botão pausava a régua daquele título até o ano 9999, sem aviso, e ainda respondia "Cobrança enviada" sem ter enviado nada. E quando o operador pausa a cobrança de propósito, agora ele consegue retomar: o botão existia, mas nunca aparecia.
Buffet com assinatura cancelada parou de disparar cobrança aos clientes dele.
Nenhuma parcela nasce mais vencida. Isso valia para o sinal e passou a valer também para o cartão, o pagamento único e o parcelamento com datas próprias: informar uma data no passado criava a parcela já em atraso, que entrava direto na régua e no e-mail de cobrança por uma dívida que nunca existiu. Os campos de data também deixaram de aceitar data anterior a hoje.
O total do evento parou de encolher a cada "Recalcular parcelas". Em evento com desconto, cada clique subtraía o desconto de novo, de um total que já estava líquido — e a tela de confirmação ainda dizia "sem mudança" antes de gravar o valor menor. Agora o desconto é aplicado uma vez só, e recalcular duas vezes o mesmo evento não muda mais nada.
Marcar "Pago" no seletor não quita mais o evento sem dinheiro ter entrado, e marcar "Pendente" numa conta paga não devolve mais o cliente para a régua. Quitar é registrar o recebimento, que lança o valor no caixa junto. Por isso "Pago" saiu do seletor de status.
Editar uma conta que recebeu pagamento parcial voltou a funcionar. Mudar a descrição ou o vencimento era recusado com erro.
Excluir parcela com dinheiro recebido levava junto, em cascata, o lançamento de caixa e o saldo bancário. Agora a exclusão é recusada dizendo quanto já foi recebido.
Conta a pagar de R$ 800 aceitava pagamento de R$ 8.000 por engano de vírgula, derrubando o saldo do banco e inflando o custo do evento em dez vezes.
Baixa sem conta bancária deixava o saldo parado, e o extrato do sistema não batia com o do banco, sem uma linha de aviso.
Estorno de deslocamento virava cobrança ao cliente. Quando o recálculo da taxa dava diferença a menos, o sistema criava uma cobrança em vez de uma devolução: o cliente era cobrado — e lembrado pela régua — por dinheiro que o buffet devia a ele.
Item adicional era cobrado duas vezes, porque o recálculo somava apenas a página visível da tabela de adicionais. E o recálculo deixou de dar erro quando há item adicional com pagamento parcial.
A prévia de reembolso mostrava uma faixa e o sistema aplicava outra: o operador confirmava vendo 70% e o cliente recebia 50%.
Parcela cancelada deixou de entrar no total cobrado do evento.
Parcela que vence no último dia do mês com hora sumia da visão daquele mês, e o sinal em percentual passou a nascer arredondado em centavos.
Contrato
O contrato voltou a fechar a conta. Para evento com desconto, ele imprimia "Valor total dos serviços" já com o desconto embutido e, logo abaixo, "Desconto concedido" — então o cliente lia um documento em que a subtração não batia. O valor total voltou a ser o valor antes do desconto, e as três linhas fecham entre si. Contratos já assinados não mudam.
O contrato passou a imprimir o valor atual do evento, e não o valor congelado do orçamento: o cliente assinava um documento dizendo um valor enquanto o financeiro cobrava outro.
Contrato assinado não pode mais ser rebaixado. A ação "Atualizar Status" permitia voltar um contrato assinado por ambas as partes para "Enviado" e, a partir daí, ele podia ser cancelado junto com o evento, sem volta. Documento assinado passou a ser estado final: para alterá-lo, use um aditivo.
Trocar o status do contrato pela tela passou a alterar de verdade. Antes a tela mostrava sucesso, o histórico afirmava a mudança, e o evento continuava travado.
O aditivo parou de apagar os itens do evento que ele não tocou. Trocar o pacote por aditivo levava junto taxas e adicionais avulsos.
O aditivo passou a cotar o pacote pela tabela de preço vigente. Ele saía com o preço do ano anterior — e é o documento que o cliente assina.
Festa cancelada não volta mais a Agendada por uma assinatura que chega depois do cancelamento.
Cliente pessoa jurídica voltou a conseguir assinar contrato. O sistema mandava a razão social para o campo de nome de quem assina, que exige nome de pessoa. Agora quem vai para a assinatura é o representante legal.
Assinatura ou pagamento que chegasse durante uma falha momentânea não se perde mais.
Orçamento e preço
Abrir um orçamento aprovado não reprecifica mais sozinho. Entrar só para corrigir um telefone reescrevia o preço que o cliente tinha aceitado — e a diferença se propagava para o evento e para o contrato.
Mudar o status de um orçamento passou a seguir regra. Havia um caminho que gravava qualquer status pedido: por ele, uma proposta recusada voltava a valer com o link antigo ainda funcionando. Cada recusa agora explica o caminho certo: renovar, cancelar ou duplicar.
A taxa da maquininha parou de ser cobrada sobre o item adicional. Num orçamento de R$ 1.000 com adicional de R$ 200 e taxa de 10%, o cliente ficava devendo R$ 1.320 onde a proposta somava R$ 1.300.
A taxa de deslocamento não altera mais o total de um orçamento já enviado ou aprovado. Depois de enviado, o valor que o cliente tem em mãos fica firme.
Editar um orçamento de locação parou de apagar o plano de pagamento negociado, e duplicar uma locação preserva a natureza e a data de devolução.
O orçamento não é mais dado como enviado antes de o envio existir. O buffet acreditava que a proposta tinha chegado quando o e-mail havia sido recusado pelo provedor.
Com dois pacotes, a reprecificação gravava o preço de um na linha do outro. E o item avulso pedido pelo cliente na vitrine passou a entrar no orçamento — ele sumia com um aviso falso de que "saiu do catálogo".
O PDF do orçamento ficou legível. Nomes de empresa longos eram impressos por cima da data.
Relatórios
Seis abas pararam de contar evento cancelado e rascunho como festa vendida. Faturamento, ranking de clientes, quilometragem e receita por item estavam inflados.
A Rentabilidade passou a considerar os custos lançados na tela de Custos. Eventos no prejuízo apareciam com a melhor margem possível.
Top Clientes multiplicava a receita pelo número de eventos do cliente, e o relatório de deslocamento mostrava metade da distância real.
A aba Catálogo ignorava a cobrança por convidado ao calcular o que foi vendido.
Excluir um colaborador apagava o custo dele de meses já fechados.
O relatório com IA sobrevive ao deploy — ele só existia na memória do processo, sumia depois de cada publicação e consumia cota nova a cada reabertura. E a exportação dele passou a sair com o mês do próprio relatório: o arquivo era carimbado com o mês do filtro da tela, que podia ser outro.
A aba de Resultado por Evento parou de prometer rateio de custo fixo, que deixou de existir nessa tela na versão anterior.
Evento, pacote e operação
Importar um pacote parou de apagar os itens já lançados no evento, e o pacote adicionado pela aba "Pacotes" volta a ficar de fato vinculado ao evento — sem o vínculo, a composição sumia da tela e o pacote não chegava ao cardápio do briefing nem à prévia de custo.
Renomear ou reajustar um pacote no catálogo não desliga mais os eventos já vendidos com ele. O vínculo era pelo nome: briefing e contrato saíam sem o cardápio, a reserva de estoque e a lista de compras não eram geradas, e o buffet só descobria na véspera.
A lista de compras voltou a enxergar o que o pacote consome. Bastava editar o evento uma vez depois da venda para a lista sair sem nenhum insumo — e a tela ainda informava que "o estoque já cobre tudo". Agora, quando falta receita cadastrada, a tela diz isso, em vez de mandar mexer na margem.
Personalizar um pacote não apaga mais o cardápio dos outros pacotes do evento. Num evento com buffet e bar, personalizar o buffet fazia a seção de bebidas sumir inteira, na tela e no portal: o cliente escolhia só o que sobrou e o buffet servia um evento sem a bebida vendida.
Voltar o tipo do evento para "Aniversário" agora desfaz a locação. Antes o rótulo mudava, mas o evento seguia preso em modo locação, sem as abas de Convidados, Pacotes e Formulário.
Locação de vários dias não é mais dada como realizada no primeiro dia. O cliente recebia a mensagem de evento concluído ainda com o material do buffet em casa.
Salvar a ficha operacional parou de apagar a conferência registrada por outra pessoa, e um clique duplo não duplica mais o cronograma de cobrança.
Reativar um evento cancelado não ressuscita mais parcela que foi cancelada à mão. Voltar o evento devolvia todas as parcelas canceladas, inclusive as que o operador tinha cancelado de propósito, que voltavam a cobrar o cliente.
O "Link do Cliente" parou de convidar para uma ação impossível em evento sem contrato assinado.
Equipe
O buffet parou de pagar o mesmo colaborador duas vezes. Marcar "Pago" na aba Equipe não baixava a conta a pagar, e pagar a conta não marcava o colaborador.
O segundo colaborador sem cadastro parou de sumir da escala. Quem escala freelancer digitando o nome à mão conseguia incluir um; do segundo em diante o sistema respondia sucesso e não gravava nada. O operador montava a equipe, salvava, e no dia da festa faltava gente.
Remover o colaborador do evento agora tira o custo dele da conta.
Colaborador que recusa a escala não fica mais com conta a pagar viva, e cachê fechado depois da escalação passou a virar conta e custo.
## Convidados e portal do cliente
Apagar um dado de convidado agora apaga de verdade. Limpar o telefone, o e-mail ou a categoria exibia "salvo com sucesso" e o valor voltava ao recarregar a tela.
Confirmar ou recusar convidados em lote voltou a funcionar — a ação nunca funcionou e ainda avisava sucesso com "0 marcados".
"Copiar link" copiava um link truncado dizendo que tinha dado certo, e era o único caminho de reenvio manual do convite.
Cancelar o evento fecha o portal do cliente. Ele seguia aberto por até 90 dias, e o cliente continuava adicionando convidados e disparando convites em nome do buffet.
Recibo e nota fiscal
O recibo passou a ser por pagamento recebido, e não por conta. Quem recebeu em três vezes só conseguia emitir um recibo, e o valor impresso era o acumulado: numa conta de R$ 3.000 paga em duas vezes, os dois recibos somavam R$ 4.000. Agora cada recebimento tem o seu.
Não sai mais recibo duplicado por duplo clique, e estornar o pagamento marca o recibo como sem efeito — antes ele continuava valendo depois de o pagamento ser desfeito.
A nota fiscal deixou de sair com o valor que o navegador mandasse, nota de evento cancelado passou a ser recusada, e excluir um evento não apaga mais a nota dele, que continua valendo na prefeitura.
Cadastro e cliente
Os dados fiscais do cliente pararam de ser apagados sozinhos pelo aplicativo a cada salvamento — e, do outro lado, o operador voltou a conseguir apagar inscrição municipal, inscrição estadual e e-mail fiscal quando quer: limpar o campo exibia sucesso e o valor voltava no recarregamento.
O e-mail com espaço ou tabulação gravado no cadastro não derruba mais o envio. Um registro salvo antes da limpeza voltava do banco como estava e o provedor recusava na hora, sem ninguém saber que o cliente não recebeu.
Importação de extrato e conciliação
A importação de extrato destravou para contas sem banco, agência e número cadastrados. O sistema recusava o arquivo e não mostrava o aviso que explicava o porquê, deixando o operador num ciclo sem saída. Agora ele explica que não há como conferir e permite seguir.
Assistente de vendas e WhatsApp
O bot parou de anunciar preço fora da tabela vigente. Um pacote sem faixa que cobrisse a data era cotado pelo preço antigo do catálogo, e o bot chegava a mudar de preço no meio da própria conversa.
A importação do histórico de conversas voltou a ser aceita pela Meta. O pedido saía sem um campo obrigatório. Como a Meta aceita esse pedido uma única vez, em até 24h depois de conectar o número, quem conectou nesse período precisa desconectar o WhatsApp e conectar de novo para recuperar histórico e contatos.
Assinatura do Festero
Cancelar a assinatura passou a encerrar a cobrança no gateway, e o pagamento de quem já cancelou não recria mais a assinatura.
O e-mail que avisa "sua assinatura venceu" voltou a sair. Ele existia, mas não era enviado desde abril. Quem esquecia de renovar recebia os lembretes de 14, 7 e 3 dias antes e depois silêncio — o que pesa principalmente para quem paga por PIX. O aviso agora sai uma vez, no vencimento ou em até três dias depois dele.
Atenção
Os números de vendas e de rentabilidade de meses passados mudam no dia da publicação, porque evento cancelado e rascunho deixam de contar como venda e a rentabilidade passa a considerar os custos lançados. Nada aconteceu no seu negócio: o número é que passou a ser o certo.
Cliente pessoa jurídica precisa ter o representante legal preenchido para o contrato ser enviado. Quem não tiver recebe uma mensagem dizendo exatamente isso e onde preencher.
O aviso automático de mudança de status ao cliente passa a nascer desligado nos cadastros novos. Quem já tinha ligado continua como está.
Contratos com desconto passam a imprimir o valor antes do desconto no campo "Valor total dos serviços". O valor que o cliente paga não muda — o que muda é o documento voltar a fechar a conta. Se o seu modelo de contrato não tem a linha do valor com desconto, vale acrescentá-la.